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sexta-feira, 29 de abril de 2011
New Harmony Cosméticos
* por Recriativi
O Dia dos Namorados está chegando e a Recriativi desenvolveu um Flyer Sazonal para a New Harmony Cosméticos. O material divulga os lançamentos para “Ela” e “Ele” com preços promocionais. Quer ter opções de presentes, veja as promoções:
Space Glass - Banner informativo
* por Recriativi
Acompanhe os dois banners feitos para a empresa Space Glass para a loja localizada em São Caetano do Sul. A Recriativi esse ano conquistou a conta da empresa e em breve vocês acompanharão mais novidades e novos projetos concluídos.
Portal Brasil Transportes
* por Recriativi
Meninas, bom dia.
Não tenho como agradecer o cuidado e carinho com que nos trataram...
Desde o primeiro contato tivemos: atenção , disposição, paciência, profissionalismo - em nome do Portal Brasil Transportes quero formalizar meu agradecimento e gratidão: MUITO OBRIGADA!!!!!!
Em relação á feira , além da tranqüilidade, fica registrada meu obrigada especial pela força extra recebida, que nos trouxe uma segurança maior ( visto ser nossa estréia..rs) ! Á toda equipe: Dª Ana, Sr. Pedro, Laís, Larissa – foram muito atenciosos e prestativos conosco – OBRIGADA.
Beijo grande e continuamos na briga!
- - - - -
A Recriativi realizou em Abril mais um feira, essa do setor de logística e transporte com a Portal Brasil Transportes, onde tivemos a honra de receber um depoimento muito carinhoso e gratificante da equipe. Leia e acompanhe algumas fotos do projeto:
Meninas, bom dia.
Não tenho como agradecer o cuidado e carinho com que nos trataram...
Desde o primeiro contato tivemos: atenção , disposição, paciência, profissionalismo - em nome do Portal Brasil Transportes quero formalizar meu agradecimento e gratidão: MUITO OBRIGADA!!!!!!
Em relação á feira , além da tranqüilidade, fica registrada meu obrigada especial pela força extra recebida, que nos trouxe uma segurança maior ( visto ser nossa estréia..rs) ! Á toda equipe: Dª Ana, Sr. Pedro, Laís, Larissa – foram muito atenciosos e prestativos conosco – OBRIGADA.
Beijo grande e continuamos na briga!
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O vendedor do passado e o gestor do futuro
* por Cláudio Tomanini
Para que o vendedor conheça cada vez mais o seu produto, a empresa deve investir em treinamento e desenvolvimento profissional. Para motivar seus profissionais de vendas, ela pode utilizar diversos recursos, inclusive a palestra – mas não aquela proferida por gurus hilariantes, e sim por profissionais comprometidos com a qualidade do conteúdo – pois a palestra tem o papel de provocar, de estimular os profissionais a repensarem a forma e conteúdo do trabalho, de fazê-los avaliar as necessidades de mudanças adaptando-se aos novos tempos.
A todo o momento, fala-se de mudar, renovar, inovar, criar. Fazer o novo, o diferente é o discurso constante nas empresas. Mas, porque insistem com o modelo velho de vendas? Porque ainda querem treinar vendedores a tratar objeções, fechamento, em técnicas de vendas? Pense: HÁ 100 anos utilizam a mesma forma de treinar, de contratar e de comandar a área de vendas. Esta na hora de repensar tudo isto. Colocar um basta no obsoleto, de venda feita com preço e descontos. É hora de revitalizar tudo em vendas.
Há algum tempo, o cenário do mercado de vendas era bem diferente deste que conhecemos hoje. Antigamente o cliente não possuía informações sobre os produtos, havia poucas opções de escolha e ele não tinha consciência dos seus direitos. O cliente era tratado apenas como “mais um” e em alguns casos era um “mal necessário”. Hoje, já existe a consciência dos direitos do consumidor, e isso faz com que ele exija e tenha opções de produtos e serviços diferenciadas.
No passado, devido à elevada demanda e baixa concorrência, o setor de vendas atuava com profissionais pouco especializados. Não existia preocupação com a concorrência direta ou indireta e tampouco se faziam planejamentos estratégicos que projetassem a empresa em curto prazo e médio prazo. A área de marketing com o desafio de planejar, delinear e integrar não existiam, era mero setor de propaganda, sendo necessária apenas criatividade por parte dos seus profissionais.
Hoje, as empresas devem estudar e conhecer profundamente a concorrência, partindo para a atuação cada vez mais focada em nichos e fugindo das commodities. Elas devem descobrir os pontos fracos e fortes da concorrência e, de posse dessas informações, traçarem suas estratégias de atuação no mercado-alvo, preparando sua equipe de vendas.
O que se exigirá do vendedor no futuro é MUITO MAIS QUE CONHECER O PRODUTO, espera-se que ele transforme a venda em uma experiência memorável para o cliente e consiga destacar o que realmente agregará valor a ele – valor não é o que o produto oferece, e sim o que o cliente percebe dele, esse é o novo mundo, o das percepções. Além disso, o vendedor deve ter elevada iniciativa, motivação, atenção, organização e atualização.
Para que o vendedor conheça cada vez mais o seu produto, a empresa deve investir em treinamento e desenvolvimento profissional. Para motivar seus profissionais de vendas, ela pode utilizar diversos recursos, inclusive a palestra – mas não aquela proferida por gurus hilariantes, e sim por profissionais comprometidos com a qualidade do conteúdo – pois a palestra tem o papel de provocar, de estimular os profissionais a repensarem a forma e conteúdo do trabalho, de fazê-los avaliar as necessidades de mudanças adaptando-se aos novos tempos.
A motivação do deste profissional propiciará a busca incessante por novas oportunidades de negócios, inclusive nos momentos de insatisfação dos clientes, algo que também exige um elevado nível de atenção do profissional. Como disse Einstein: “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”.
No futuro, o vendedor será um gestor não só de seus resultados e carteira de clientes, mas também da sua capacidade produtiva em todas as suas abordagens: certificações necessárias para atender determinado mercado, gestão de estoque, gestão ambiental, responsabilidade social, entre outros fatores que podem influenciar direta ou indiretamente no valor percebido pelo cliente em seu produto.
A avaliação desse profissional também deverá ser diferenciada. A empresa não deve avaliar somente o resultado financeiro ou o volume de suas vendas, mas também resultados como a retenção de clientes, captação de clientes que geram mais rentabilidade, venda de soluções completas ou integração de mais produtos aos que já se vendia a um determinado cliente, efetividade, entre outros.
A empresa do futuro deverá ter o foco do cliente, e não no cliente, e o profissional de vendas deverá ter cada vez mais o exato perfil da empresa que representa, ou ainda mais: o exato perfil do produto que comercializa, deixando de ser um simples tirador de pedidos para ser um gestor da unidade de negócio sob sua responsabilidade e um consultor amplo e interessado para atender o cliente. Mas esse futuro do qual venho falando, é hoje, agora, é preciso começar já.
Sucesso Sempre
Empreendedorismo - o preço e as vantagens de ser colonizador!
* por Daniel Godri Jr.
Como estes, no mundo empresarial existem os que preferem ser colonizadores e os que preferem ser simples imigrantes. Tanto um como o outro tem suas vantagens e desvantagens.
Muitos empreendedores optam pelo caminho mais fácil, o caminho dos imigrantes. Tentam montar algo em algum segmento que já deu certo. Com isto geralmente seu negócio, se configurado nos padrões corretos, vai bem. No entanto, por já haverem muitas pessoas neste ramo, é quase certeza que seu negócio ira bem, mas nunca excepcionalmente bem.
Do outro lado da moeda, estão aqueles que preferem tentar algo inédito. É verdade que muitos quebram a cara, por não terem know how e por se “aventurarem” em algo novo. Porém quando acertam, a exemplo dos colonizadores, desfrutam da graça de poderem explorar o novo terreno fazendo com que seus negócios cheguem a níveis jamais imaginados. Cabe a nós pensarmos, se queremos ser colonizadores ou simplesmente imigrantes no nosso negócio.
Daniel Godri Junior é consultor e palestrante nas áreas de marketing, motivação, liderança e vendas.
Colonizador é aquele que se aventura a conquistar algum território novo. Como é novo, o colonizar nunca sabe o que poderá encontrar pela frente, quais serão as dificuldades, como será a nova terra, ou ainda se conseguirá chegar até lá. É o colonizador que precisa abrir caminho, construir estradas, desmatar para chegar à nova terra. É ele que enfrenta perigos naturais até chegar ao seu objetivo. No entanto apesar destas desvantagens é o colonizador que desfruta das primeiras riquezas da nova terra conquistada. É ele que pode desfrutar do ouro, das pedras preciosas, da madeira existente no lugar ou ainda da linda natureza. É ele quem decide o que vai fazer com cada uma das maravilhas descobertas bem como dos terrenos conquistados. Desfruta dos benefícios de sua árdua conquista.
Como estes, no mundo empresarial existem os que preferem ser colonizadores e os que preferem ser simples imigrantes. Tanto um como o outro tem suas vantagens e desvantagens.
Muitos empreendedores optam pelo caminho mais fácil, o caminho dos imigrantes. Tentam montar algo em algum segmento que já deu certo. Com isto geralmente seu negócio, se configurado nos padrões corretos, vai bem. No entanto, por já haverem muitas pessoas neste ramo, é quase certeza que seu negócio ira bem, mas nunca excepcionalmente bem.
Do outro lado da moeda, estão aqueles que preferem tentar algo inédito. É verdade que muitos quebram a cara, por não terem know how e por se “aventurarem” em algo novo. Porém quando acertam, a exemplo dos colonizadores, desfrutam da graça de poderem explorar o novo terreno fazendo com que seus negócios cheguem a níveis jamais imaginados. Cabe a nós pensarmos, se queremos ser colonizadores ou simplesmente imigrantes no nosso negócio.
Daniel Godri Junior é consultor e palestrante nas áreas de marketing, motivação, liderança e vendas.
Algumas histórias interessantes...
* por Menegatti
Algumas histórias interessantes...
* Adams estava numa farmácia e ouviu uma moça pedir um tablete de cera parafinada para mascar. Foi aí que teve um estalo. Depois de inúmeras tentativas, Adams adicionou alcaçuz ao produto fez o chicle em forma de pequenas bolas e embalou-as em caixas. O produto ganhou grande popularidade durante a Segunda Guerra Mundial, pois era usada pelas pessoas para aliviar o stress que vivia na época. Depois de encerrada a guerra o consumo de chiclete disparou no mundo. A marca Adams foi responsável por colocar a palavra chiclete no mapa de consumo mundial.
* Cirque Du Soleil mudou o modo como os circos eram apresentados, mudando o foco para o público adulto. Tirou de cena leões, zebras, macacos e angariou a simpatia de defensores de animais. Por tabela, reduziu as despesas de logística e manutenção. Desde sua fundação, mais de 38 milhões de pessoas já passaram por suas platéias nas quase 100 cidades aonde realizaram suas performances. Os novos circos aliam tecnologia, teatro, dança e música a orçamentos milionários e equipes gigantescas.
* Philips tem por prioridade fabricar produtos que as pessoas realmente desejem possuir e foi o que ela fez. Com a chegada das maquinas digitais, as pessoas deixaram de revelar a grande maioria das fotos. Um dos produtos mais inovadores dos últimos tempos é o Porta-Retrato digital, que recebe as fotos diretamente da câmera, exibe e alterna as fotos.
* Alcoa em 1880, um professor mostrou aos seus alunos de química um pequeno pedaço de alumínio e lhes deu uma grande dica. Aquele que descobrir uma forma econômica de produzir esse metal ficará rico. Hall, um daqueles alunos, costumava fazer experiências com minerais desde os 12 anos, transformando uma pequena cabana atrás de sua casa em um rústico laboratório. Após a formatura, ele continuou com suas experiências. O resultado foi uma massa solidificada que ele deixou esfriar, depois a estilhaçou com um martelo. E surgiram várias pequenas pelotas de puro alumínio. Desde o primeiro dia até hoje, a Alcoa tem permanecido a empresa líder mundial em alumínio.
* Alcoa em 1880, um professor mostrou aos seus alunos de química um pequeno pedaço de alumínio e lhes deu uma grande dica. Aquele que descobrir uma forma econômica de produzir esse metal ficará rico. Hall, um daqueles alunos, costumava fazer experiências com minerais desde os 12 anos, transformando uma pequena cabana atrás de sua casa em um rústico laboratório. Após a formatura, ele continuou com suas experiências. O resultado foi uma massa solidificada que ele deixou esfriar, depois a estilhaçou com um martelo. E surgiram várias pequenas pelotas de puro alumínio. Desde o primeiro dia até hoje, a Alcoa tem permanecido a empresa líder mundial em alumínio.
* Black e Decker a idéia de criar uma furadeira elétrica surgiu depois de analisarem o comportamento de seus funcionários. Na sexta-feira desapareciam várias ferramentas elétricas das fábricas, que voltavam a reaparecer na segunda-feira seguinte. Chegaram à conclusão que os operários as levavam para casa, aproveitando o fim-de-semana para fazer alguns reparos e pequenos trabalhos. Se assim acontecia, porque não criar uma linha de ferramentas elétricas, especialmente desenhadas para o consumidor doméstico, mais leves, com um designer mais agradável, com menos potência e adequada às suas necessidades?
É pecado fazer sucesso?
* por Rafael Baltresca
- Olá. Tudo bem contigo? Como andam os negócios?
- Tudo ótimo. Minha empresa cresceu 70% neste ano. Estou pensando em ficar um mês fora do Brasil para comemorar.
Agora, analise o próximo diálogo:
- Olá. Tudo bem contigo? Como andam os negócios?
- Ah, complicado, né? Estamos batalhando. A crise nos pegou de jeito no ano passado, mas estamos lutando. Se ficar 0 x 0, estaremos no lucro.
Por que temos vergonha de falar de nosso sucesso - mesmo que seja pequeno - e nenhum receio de tratar dos fracassos? Será que é pecado fazer sucesso? Na minha opinião, sim. É pecado.
Antes de qualquer coisa, entendamos o que é pecado. Segundo a Wikipedia, no hebraico e no grego comum, pecado significa "errar", no sentido de não atingir um alvo, um ideal ou padrão. Padrão. Esta é a palavra-chave. Se você vai contra um padrão celestial, você é um pecador.
É aí que mora o primeiro problema. Quando pensamos em compartilhar nossas vitórias - principalmente as financeiras - com alguém, nossos pensamentos são infectados por alguns pecados capitais. A avareza, soberba e luxúria pipocam em nossas mentes e fica muito mais cômodo - e livre de culpas - praticarmos a falsa humildade, mostrando que também estamos "na lama".
O segundo problema é consequência do primeiro. Ao mostrar suas derrotas para outras pessoas, são devolvidas a nós palavras de aceitação e empatia. Somos acolhidos. Assim, é reforçado o comportamento de dizer que tudo vai mal.
A fórmula da derrota é simples: eu digo que meus resultados estão ruins, sou aceito mais facilmente pelos outros - por não parecer melhor que eles - e a tendência é que me esforce - mesmo que inconscientemente - para não dar certo, pois, assim, eu agrado mais.
Independente do rótulo pecador, pratique falar mais de seus sucessos para as pessoas que te querem, amam e respeitam. E para os outros, não precisa detalhar. Diga, simplesmente: "vou muito bem. Cada vez melhor". Assim você reforça sua autoestima, melhora a sua autoimagem, incorpora as suas vitórias e começa a acreditar que você nasceu para o sucesso.
Amém!
Analise o seguinte diálogo:
- Olá. Tudo bem contigo? Como andam os negócios?
- Tudo ótimo. Minha empresa cresceu 70% neste ano. Estou pensando em ficar um mês fora do Brasil para comemorar.
Agora, analise o próximo diálogo:
- Olá. Tudo bem contigo? Como andam os negócios?
- Ah, complicado, né? Estamos batalhando. A crise nos pegou de jeito no ano passado, mas estamos lutando. Se ficar 0 x 0, estaremos no lucro.
Que o segundo diálogo é o mais usado no Brasil, todo mundo sabe. O interessante é tentar entender o porquê. Você já notou uma sensação ruim ao dizer que as finanças estão indo de vento em popa? Que a grana está muito bem, obrigado? O contrário também é válido. Já percebeu como é fácil falar que as coisas estão "dureza"? Que está vendendo o almoço para comprar a janta?
Por que temos vergonha de falar de nosso sucesso - mesmo que seja pequeno - e nenhum receio de tratar dos fracassos? Será que é pecado fazer sucesso? Na minha opinião, sim. É pecado.
Antes de qualquer coisa, entendamos o que é pecado. Segundo a Wikipedia, no hebraico e no grego comum, pecado significa "errar", no sentido de não atingir um alvo, um ideal ou padrão. Padrão. Esta é a palavra-chave. Se você vai contra um padrão celestial, você é um pecador.
É aí que mora o primeiro problema. Quando pensamos em compartilhar nossas vitórias - principalmente as financeiras - com alguém, nossos pensamentos são infectados por alguns pecados capitais. A avareza, soberba e luxúria pipocam em nossas mentes e fica muito mais cômodo - e livre de culpas - praticarmos a falsa humildade, mostrando que também estamos "na lama".
O segundo problema é consequência do primeiro. Ao mostrar suas derrotas para outras pessoas, são devolvidas a nós palavras de aceitação e empatia. Somos acolhidos. Assim, é reforçado o comportamento de dizer que tudo vai mal.
A fórmula da derrota é simples: eu digo que meus resultados estão ruins, sou aceito mais facilmente pelos outros - por não parecer melhor que eles - e a tendência é que me esforce - mesmo que inconscientemente - para não dar certo, pois, assim, eu agrado mais.
Independente do rótulo pecador, pratique falar mais de seus sucessos para as pessoas que te querem, amam e respeitam. E para os outros, não precisa detalhar. Diga, simplesmente: "vou muito bem. Cada vez melhor". Assim você reforça sua autoestima, melhora a sua autoimagem, incorpora as suas vitórias e começa a acreditar que você nasceu para o sucesso.
Amém!
MOSCAS NO LEITE
*por Rogério Costa
Algum tempo depois esta mesma mosca caíra em um copo com Coca-Cola, então começou a se debater como da primeira vez, outra mosca que voava por ali deparou-se com o infortúnio e foi até a borda para ajudá-la.---Sobe por aquele canudo listrado até a beirada do copo que você se salvará.
A mosca que caíra no copo não deu ouvidos, pois sabia exatamente o que estava fazendo, conclusão morreu afogada.
Muitas vezes deixamos de receber informações valiosas para o nosso negócio, acreditando que o que ouviremos ou veremos, já sabemos. Que poder não de previsão e intuição não é mesmo?
Olhe bem para o seu negócio:
Quantas vezes você se reúne com as pessoas estratégicas da sua empresa por dia, para decidir caminhos melhores para o seu negócio.
Seu Plano de Negócios esta sob a visão de todos da empresa, ou você não tem nenhum?
Você tem a sensação de que estão te roubando, porque não sobra dinheiro no caixa?
Você bate as metas comerciais e o dinheiro continua não rendendo?
Você explica para o seu colaborador o que você quer e ele faz ao contrário do que pediu?
Reflita sobre estas questões.
Outro amigo me disse que estava cansado desta vida, do Brasil , que queria mudar de negócio e que iria abrir algo no Estados Unidos, e me perguntou o que eu achava.
Eu lhe respondi, perguntando. – E você? Vai se levar junto nesta empreitada?
Se você procura as soluções do seu negócio no outro, está perdendo tempo, porque o único responsável pelo seu negócio dar certo é você mesmo MUDE E SEU NEGÓCIO IRÁ MUDAR JUNTO COM VOCÊ, SUA EMPRESA É O QUE VOCÊ É!!!!!!!!
Eu já sei como é, não preciso disto!!
Ouvi uma estória interessante outro dia: Duas moscas, uma pequena e outra grande caíram dentro de um copo de leite, ambas começaram a se debater na tentativa de sair daquela situação. A mosca maior, não aguentou e morreu afogada, a menor vendo aquilo se debateu mais e mais, de uma forma incontrolável, até que o leite foi virando uma leve nata e ela pode se arrastar até a borda do copo e levantar voo em direção à natureza outra vez.
Algum tempo depois esta mesma mosca caíra em um copo com Coca-Cola, então começou a se debater como da primeira vez, outra mosca que voava por ali deparou-se com o infortúnio e foi até a borda para ajudá-la.---Sobe por aquele canudo listrado até a beirada do copo que você se salvará.
A mosca que caíra no copo não deu ouvidos, pois sabia exatamente o que estava fazendo, conclusão morreu afogada.
Muitas vezes deixamos de receber informações valiosas para o nosso negócio, acreditando que o que ouviremos ou veremos, já sabemos. Que poder não de previsão e intuição não é mesmo?
Olhe bem para o seu negócio:
Quantas vezes você se reúne com as pessoas estratégicas da sua empresa por dia, para decidir caminhos melhores para o seu negócio.
Seu Plano de Negócios esta sob a visão de todos da empresa, ou você não tem nenhum?
Você tem a sensação de que estão te roubando, porque não sobra dinheiro no caixa?
Você bate as metas comerciais e o dinheiro continua não rendendo?
Você explica para o seu colaborador o que você quer e ele faz ao contrário do que pediu?
Reflita sobre estas questões.
Outro amigo me disse que estava cansado desta vida, do Brasil , que queria mudar de negócio e que iria abrir algo no Estados Unidos, e me perguntou o que eu achava.
Eu lhe respondi, perguntando. – E você? Vai se levar junto nesta empreitada?
Se você procura as soluções do seu negócio no outro, está perdendo tempo, porque o único responsável pelo seu negócio dar certo é você mesmo MUDE E SEU NEGÓCIO IRÁ MUDAR JUNTO COM VOCÊ, SUA EMPRESA É O QUE VOCÊ É!!!!!!!!
Uma nova vida em dois anos
* por Tom Coelho
A vida me tem sido um constante exercício do aprendizado. E, parafraseando o Talmude, tenho aprendido muito com meus mestres, mais com meus amigos e mais ainda com meus alunos. Estes personagens surgem a todo instante, vêm e vão, deixando sempre um pouco de si e levando um pouco de mim também. E assumem formas variadas, humanas ou inanimadas, eternizadas numa palavra, num gesto, numa canção ou numa imagem.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
“Semeia um pensamento, colhe um ato; semeia um ato, colhe um hábito;
semeia um hábito, colhe um caráter; semeia um caráter, colhe um destino.”
(Marion Lawense)
semeia um hábito, colhe um caráter; semeia um caráter, colhe um destino.”
(Marion Lawense)
A vida me tem sido um constante exercício do aprendizado. E, parafraseando o Talmude, tenho aprendido muito com meus mestres, mais com meus amigos e mais ainda com meus alunos. Estes personagens surgem a todo instante, vêm e vão, deixando sempre um pouco de si e levando um pouco de mim também. E assumem formas variadas, humanas ou inanimadas, eternizadas numa palavra, num gesto, numa canção ou numa imagem.
Aprendi com o filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard que “a vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente”. Assim, embora com a visão sempre voltada ao futuro, próximo e distante, não raro coloco-me a espreitar meu passado, como quem investiga o porquê das escolhas feitas e dos caminhos trilhados. E tenho observado que minha vida, hoje, é reflexo das decisões tomadas há não mais do que apenas dois anos.
Minhas alegrias ou desalentos, realizações ou frustrações, companheiros ou adversários, enfim, os frutos que tenho colhido, sejam saborosos ou insípidos, foram cultivados por mim mesmo, ora em terreno fértil, de onde viceja a prosperidade, ora em terreno arenoso, de onde grassa a inutilidade.
Finis origine pendet
Fui felicitado com a possibilidade de assistir a um filme singular, “O Clube do Imperador”, protagonizado por Kevin Kline, no papel do professor William Hundert, responsável pelo ensino de História Greco-Romana aos alunos secundaristas de uma tradicional escola norte-americana cujo lema associado à sua insígnia é finis origine pendet, ou seja, “o fim depende do início”.
Na mesma proporção em que nossa condição vigente é resultado do que fizemos no passado, as portas do futuro se abrirão como consequência daquilo que fizermos no presente. Olhe ao seu redor. São as atividades que você realiza hoje e as pessoas com as quais convive neste momento que determinarão quem você será e onde aportará ao cabo de um par de anos.
Se um determinado empreendimento não vai bem, esteja certo de que isso decorre de decisões equivocadas, de estratégias inadvertidas ou de projetos não implementados no decorrer dos últimos dois anos. Lembre-se de que uma empresa quebra de duas maneiras: aos poucos e de repente. E relacionamentos também são assim...
Iniciar um novo curso ou uma pós-graduação fará de você um profissional mais conceituado e requisitado em dois anos. Mudar sua postura e suas atitudes na empresa em que trabalha atualmente ensejará ganhos que poderão ser premiados com uma grande promoção em até dois anos. Considerar a possibilidade de empreender em um negócio próprio, estruturando sua saída do mercado de trabalho formal e preparando-se estrategicamente para alçar voos maiores, com certeza lhe permitirá ter sucesso em breves dois anos. Alterar hábitos alimentares e adotar uma rotina de exercícios físicos prazerosos e regulares tornará seu corpo mais saudável em menos de dois anos. Transformar um relacionamento pessoal superficial e despretensioso em algo nobre e edificante, uma vez vislumbrado que corações e mentes se completam, poderá implicar uma união duradoura em meros dois anos.
Espero que você se conscientize da importância de fazer escolhas e de suas consequências num horizonte próximo. Simplifique sua vida, abdicando de atividades e relações que não lhe acrescentam paixão e bem-estar. É fácil identificar isso, pois são fontes de ressentimento e angústia. Pessoas que você não quer ver, telefonemas que não deseja atender. Você não está obrigado a manter tais relações. Talvez não as possa romper de imediato, mas poderá planejar sua saída com a maior brevidade.
Para o político que ganha a eleição, o atleta que se consagra na competição, o profissional que se completa na realização, o amor que se revigora na paixão, o fim depende do início. Depende dos propósitos de nossas ideias, dos princípios que norteiam nossas ações e do caráter, nosso e dos que nos cercam.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
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