terça-feira, 30 de novembro de 2010

Planejamento de Marketing, ele tem que fazer parte da sua empresa

Realizar o planejamento estratégico da sua empresa é fundamental para que ela sobreviva e se sobressaia no mercado.

Os empresários acabam "atirando para todos os lados" e assim tiram o foco da empresa, o que é um desperdício de energia, recursos humanos e dinheiro.  Se você não fizer um planejamento, qualquer investimento que você fizer em marketing será jogado no lixo.

A agência Recriativi vem trabalhando com alguns clientes nesse planejamento de marketing e o resultado tem sido muito satisfatório, pois conseguimos alinhar e definir as necessidades anuais do seu negócio e trazê-los em prática com muita criatividade. Além disso, sua verba não irá para o lixo e a linearidade é fundamental para se planejar financeiramente nesse investimento, não tendo surpresas durante o ano com altos e baixos custos.

Enfim, um planejamento bem feito serve para que o empresário defina seu caminho e monte uma estratégia adequada para a empresa trilhar esta rota. “Sem um planejamento você é empurrado para lá e para cá pelo mercado”.

Não pense, FAÇA! E conte com a Recriativi para fazer esse planejamento engrenar!

11 3422-3623


Deseje Boas Festas em um clique

Envie aos seus clientes, amigos e colaboradores, um e-mail marketing desejando boas festas, através de um clique.

A Recriativi faz pra você um e-mail marketing de Boas Festas por apenas R$ 199,00 e o 2º é inteiramente grátis pra divulgar a sua empresa e enviar pra quem você quiser.

Entre em contato conosco para mais informações:


11 3422-3623

Confira novidades da agência através do Blog e Twitter. 

@recriativipubli

Fiquem ligados nas novidades!

Ponto de venda Fres-Coco

por Recriativi Publicidade


A Recriativi acaba de desenvolver diversos materiais de apoio à Fres-Coco, conta conquistada no 2º semestre de 2010 pela agência e que está com gás total na criação da nova imagem corporativa da empresa.

Confira a seguir o design que foi produzido para o Freezer personalizado com os produtos da Fres-Coco, adesivos e produção para ficar no ponto de venda da marca:


Para produzir o material da sua empresa, entre em contato conosco e solicite um orçamento sem compromisso. Acesse o nosso portfólio através do site www.recriativi.com.br e aprecie os Jobs desenvolvidos por nossa equipe de profissionais.

Tentar perder


por Carlos von Sohsten, Administrador e Consultor

Twitter: @carlosvon

Eu estava chegando a um evento, de carona, com um amigo. O local dispunha de estacionamento interno. Ao chegarmos, ele verificou que muitos carros estacionavam do lado de fora e também parou na rua. Andamos cerca de cento e cinqüenta metros, sob sol escaldante. Lá dentro, constatei aquilo que eu já desconfiava: havia vagas disponíveis. Não era uma questão de sorte.

Acompanhando um familiar que buscava resolver assunto em repartição pública, daquelas sempre lotadas, encontramos dificuldade para entrar. Uma grande fila, muito tumulto e pessoas indo embora, aborrecidas. Estava claro para meu familiar: “impossível resolver qualquer coisa por aqui”. Ele já sinalizava sua decepção e desistência, quando resolvi intervir. Pedi que esperasse e entrei. Lá dentro, ouvi meu nome ser chamado. Um amigo, funcionário do órgão. Resultado: fomos rapidamente atendidos e saímos com as informações que buscávamos. Não era uma questão de sorte.

Reencontrei uma amiga que há muito não via. Dos tempos do colégio. A mais brilhante aluna da turma. Um futuro promissor. Despertava inveja, não só pela beleza física, como pela inteligência. E ainda era a melhor do vôlei. Levei alguns segundos para substituir a nostálgica imagem gravada em minha memória, por aquela que meus olhos insistiam em captar. Algo em mim resistia, mas fui vencido. A mulher estava decrépita. Mal-cuidada.

Desleixada. Vendendo roupas como sacoleira. Para onde tinha ido aquele futuro? Sem querer, foi mais ou menos isso que eu perguntei. Ela desconcertada, confessou-me: “As coisas estão muito difíceis, mas eu fiz o melhor que pude”. Não era uma questão de sorte.

Além de não ser questão de sorte, o que mais esses três acontecimentos têm em comum?

Muito mais do que imaginamos. Comportamentos que, muito provavelmente, cada um de nós já manifestou, de uma forma ou de outra, na vida.

No primeiro caso, meu amigo não acreditou que poderia encontrar um lugar melhor no estacionamento interno. Partiu do princípio que, se os outros estacionavam do lado de fora, por certo, já estaria lotado. Ele não resolveu nem mesmo tentar. Optou pelo caminho mais cômodo. A garantia da certeza o impediu de conquistar algo melhor. Ou, a dificuldade de lidar com o incerto.

O segundo exemplo, apesar de semelhante, possui suas particularidades. A facilidade de desistir diante dos obstáculos; crer sempre no infortúnio; no pior. Ou, a dificuldade de acreditar que alguma coisa boa e inesperada possa acontecer. 

E por fim, “fiz o melhor que pude”. Será que fez mesmo? Como medir isso? Quando alguém obtém um resultado positivo, é possível acreditar que fez o melhor. Mas, diante do fracasso, da derrota, como saber se não foi a mediocridade, o comodismo ou o derrotismo que venceu a excelência?

As três histórias foram vividas por pessoas de nível superior, racionais, que vivem entre a privilegiada classe social dos abastados. Talvez, signifique que não se trata de questão de inteligência ou de condição socioeconômica. Pode ser algo mais especial e interior.

“Tentar” é assumir que há uma chance de fracassar. Afinal, quem tenta pode conseguir ou não. Isso pode ser adequado em muitas situações da vida. Em outras não. “Não tentar” é, por outro lado, desistir por antecipação. Isso também pode ser útil para umas coisas, e contraproducente para outras. “Dar o melhor” é uma retórica muito bonita, mas só vale para os vencedores.

Conclusões:

1) Quando o resultado for realmente importante, decida fazer, e faça. 

2) Acredite mais vezes que fatores desconhecidos podem interferir a seu favor.

3) Compreenda que “ter feito o melhor” só existe quando se obteve o melhor e, ainda assim, sempre há em que se melhorar.

4) Pense a respeito disso em relação a sua vida, agora.

O poder das nossas escolhas

por Claudio Tomanini

Um homem que estava desempregado resolveu entrar em um concurso de uma grande empresa para a vaga de técnico de telemarketing. O gestor de RH fez a entrevista e aplicou um teste de atendimento ao cliente.

— O serviço é seu. Passe o seu e-mail para nós enviarmos sua ficha e deixe seu telefone celular para que avisemos a hora e data em que deve chegar para o trabalho.
O homem, desesperado, respondeu que não tinha celular, computador nem, muito menos, e-mail. Afinal, ele não tinha dinheiro para possuir nada disso. O gerente de RH disse que lamentava e achou incabível alguém querer trabalhar em uma empresa sem ter o básico: e-mail e celular. Na visão dele, infelizmente, o homem não poderia trabalhar na empresa.
Desconsolado, o ex-candidato a Operador de Telemarketing sai da entrevista sem saber o que fazer. Tudo o que ele tem no bolso são 10 reais.
Em uma última tentativa de fazer algo por si mesmo, ele vai até a Rua 25 de Março e compra bijuterias com seus últimos 10 reais. Volta para a sua rua na periferia e começa a bater de porta em porta, vendendo os acessórios.
No mesmo dia, consegue triplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta para casa com 90 reais. Repete o procedimento, dia após dia, semana após semana, mês após mês, aumentando cada vez mais sua área de atuação. Da sua rua, passa para outras ruas, e do seu bairro, a outros bairros.
Ele então acabou descobrindo que poderia viver das vendas de bijuterias. Saía de casa cada dia mais cedo e voltava para casa mais tarde, e assim aumentava seus ganhos e seus contatos.
Algum tempo depois, o homem comprou um carro bem usado; em seguida, trocou-o por um carro mais novo, até chegar a um pequeno caminhão. Começou a contratar outras pessoas que, em situação como a dele anteriormente, não conseguiam emprego.
Aumentou o número de contratados e montou uma pequena frota de veículos para distribuir os produtos.
Algum tempo depois, investiu parte do dinheiro para construir uma pequena confecção das próprias bijuterias. A confecção se tornou uma grande indústria.
Anos depois, o empresário é dono de uma das maiores fabricantes de bijuterias do país.
Certo dia, como começara a prosperar, o homem contratou um advogado para cuidar dos seus bens. Na primeira reunião, o advogado lhe pediu seu e-mail e telefone celular.
Ele respondeu que não tinha nenhum dos dois.
O advogado ficou chocado e exclamou:
— Você não tem e-mail nem telefone celular? Como construiu esse patrimônio? Imagine então o que você seria se tivesse.
O homem, sem titubear, respondeu:
— Imagino sim: seria Operador de telemarketing.

Se você pensa que essa é só uma historinha que circula em várias versões pela internet, está enganado. Porque muitos empresários reais também passaram por isso. Só para lembrar um: Silvio Santos que era camelo e acabou construindo um império, e que agora com o problema em uma das suas empresas, o Banco Panamericano, demonstra a lisura e ética, que foi a base do seu alicerce, e oferece todos os seus bens e patrimônio para assegurar a manutenção do Banco, mostrando que aos 80 anos ainda esta disposto a trabalhar, e mais; com dignidade de um genuíno líder vitorioso. E olha que o patrimônio dele não é nada pequeno, seria mais fácil ele deixar quebrar e demitir 5.000 funcionários.
Que bom que ainda temos exemplos de luta, crescimento com dignidade e ética.
Ser correto não é fácil, mas vale muito à pena.

Sucesso sempre, com Valor.

Faço na prática o que prometo?

por Dalmir Sant´Anna

Há pessoas que prometem muito, mas no cotidiano esquecem o que foi acordado. Profissionais de vendas que prometem vender mais. Estudantes que prometem melhores notas na faculdade. Mulheres que prometem emagrecer. Homens que prometem participar mais ativamente da família. Gerentes, líderes, supervisores e empresários que prometem melhorar o clima organizacional no ambiente de trabalho. Existem funcionários que prometem participar de um treinamento, mas querem mesmo é aproveitar o evento para fazer compras. Há pessoas que na sexta-feira ao terminar o expediente, assumem o compromisso de chegar de volta na segunda-feira mais motivado, entretanto, na prática esquecem o que prometeram. Você conhece pessoas com este comportamento? 

Coerente relação entre o discurso e a prática – O compromisso de prometer algo a si próprio, ou mesmo à outra pessoa deve ser aceito como uma dívida que somente terá sua quitação, com a coerente relação entre o discurso e a prática. Talvez neste momento, você lembre alguém que prometeu algo e nada fez para cumprir o acordado! Promessas que por falta de planejamento e foco no resultado, passam a ficar somente no discurso. Quando um profissional demonstra ser comprometido com suas atribuições, busca a melhoria contínua no desempenho dos índices de trabalho e também com os compromissos assumidos. A falta de dedicação e comprometimento com suas metas e planejamento, resulta no aspecto de prometer e nada fazer acontecer.

A promessa não pode ser esquecida – O desafio de prometer menos e surpreender mais, exige parar, por alguns momentos da sua vida e escrever uma lista das principais atividades que você deseja realizar. Em seguida estabelecer prioridades, de acordo com cada período do dia ou da semana. Em terceiro, buscar cumprir cada meta estabelecida. Esta lista de prioridade pode ser escrita a mão, impressa, disponibilizada em um arquivo do seu computador, ou ainda, no próprio celular. O importante é que esteja em um local de rápido acesso e que permita monitorar seu desempenho. Lembre de colocar em prática o que prometeu e realize o exercício de monitorar sua evolução, pois estará percebendo que evitou atropelos e conseguiu cumprir com compromisso, organização e perseverança as promessas assumidas.

Para coibir que promessas sejam apenas palavras soltas ao vento é imprescindível intensificar o desejo de fazer a diferença. Permanecer atento às informações e as oportunidades que estão a sua volta. Investir em renovação tecnológica, desenvolvimento das suas competências, administração do tempo e exercitar sua visão de futuro. Note que antes de prometer algo ou de assumir um compromisso, você tem o livre-arbítrio de dizer sim ou não. Perceba que pessoas que prometem e nada fazem, somente contam com uma palavra para justificar sua falha: desculpas. Vamos juntos, assumir o compromisso de prometer menos e fazer mais?


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais". Visite o site: www.dalmir.com.br

Vender é fácil, ser lucrativo nem tanto!

por Daniel Godri Jr.

Atualmente existe uma ânsia por vender, vender, vender. “Quantas unidades você vendeu Fulano? E você Ciclano? Não esqueçam que precisamos fechar X unidades até o dia tal.” Vender Mais, no entanto não significa Vender Melhor

Muitas vezes esquecemos de cobrar mais lucratividade e não necessariamente mais vendas. Explico: não basta vender muito, tem que se vender bem. Para se vender muito é só fazer uma mega-liquidação, tudo com 50% de desconto. Mas será que isto é vender bem? Não necessariamente. 

Bons vendedores e empresas campeãs se preocupam não somente com a quantidade mas com a lucratividade dos produtos vendidos. Por exemplo, o vendedor pode ter vendido 5 mil unidades de um certo produto e a empresa lucrou 10%. Outro vendedor pode ter vendido 2 mil unidades e a empresa lucrou 30%.  Para a empresa o segundo vendedor vendeu melhor!!

Existem produtos que tem uma MC (margem de contribuição) grande, ou seja, contribuem com a lucratividade da empresa de maneira satisfatória. E outros produtos que tem uma MC menor, ou seja, tem uma lucratividade por unidade menor. O que um bom gestor de vendas precisa observar é a MC de cada produto e a quantidade de produtos que são vendidos por mês. Para então se ter a lucratividade por produto.  

Outra ótima ferramenta a ser usada em vendas é chamada em economia de elasticidade da demanda. Calcula-se, em um período de tempo, o número de produtos vendidos a um determinado preço. Então pelo mesmo período baixa-se o preço para saber quantos produtos são vendidos a mais. Compara-se (na verdade divide-se) os dois resultados e assim se acha a elasticidade da demanda. Ou seja, se eu variar para mais ou para menos o meu preço em 5 reais, por exemplo, as minhas vendas aumentarão em X per cento.

Liderança Questionada

por Tom Coelho

Difícil não é alcançar a liderança, mas permanecer no topo * por Tom Coelho


"Lidere, siga ou saia do caminho." (Ted Turner)

A cada dois anos, o mês de outubro é marcado em nosso país pela ocorrência de eleições. Já dentro dos muros das empresas, as eleições não têm data agendada. Elas acontecem constantemente, em campanhas não declaradas de candidatos a cargos hierarquicamente mais elevados. Chefes que querem se tornar supervisores, que desejam assumir gerências, que sonham com diretorias, que pensam estar preparados para a presidência da companhia. Acredite, seu cargo pode, neste momento, estar sendo alvejado por terceiros, provenientes do seio da empresa ou de fora dela. Afinal, toda liderança é situacional e transitória.

É da natureza humana postular sempre o “mais”. Se você tem um carro popular, trabalha para adquirir um mais completo. Se reside em um imóvel alugado, quer comprar sua casa própria. Se ocupa um cargo operacional, tenciona uma posição estratégica e de maior remuneração.

Analogamente, as empresas esperam maior participação de mercado (market share), maior reputação de marca (share of mind), maior lucratividade e rentabilidade (Ebitda). Assim, para potencializar os resultados, acredita-se que o caminho ideal seja promover mudanças. Neste caso, invariavelmente o atalho é trocar a liderança. 

Uma pesquisa sobre os motivos das demissões, realizada em maio de 2000 pela H2R e Right Management, a pedido da revista Você S/A, apontou que 61% dos profissionais acreditavam que poderiam perder seus empregos por problemas de atualização, conhecimento e habilidade técnica ou por falta de experiência. Entretanto, 87% das organizações declararam, naquela ocasião, demitir profissionais por causa de suas atitudes, temperamento, falta de garra ou por problemas de relacionamento interpessoal.

Em junho de 2007 pesquisa similar voltou a ser realizada. Desta vez, apenas 32% das organizações informaram demitir profissionais devido às suas atitudes; porém, 29% apontaram como principal motivo os resultados gerenciais não alcançados. De fato, o nome do jogo é “fazer acontecer”.

Quando um time de futebol não vai bem, o técnico é demitido e não todo o elenco. Se em uma sala de aula o rendimento da maioria dos alunos em uma disciplina é insatisfatório, o professor é modificado. Quando cai o número de fiéis em uma igreja, o pastor é substituído. Se a empresa não atinge suas metas, são os líderes que pagam o pato!

A esta altura, você deve estar se questionando sobre o que deve ser feito para defender sua posição. A resposta está em reinventar-se. Seu maior risco é a acomodação. Acreditar que o bom é suficiente onde o ótimo é esperado. Contentar-se com o azul da última linha do balanço, quando a expectativa era cravar indicadores com dois dígitos.

O segredo do sucesso está em demonstrar real interesse pelas pessoas, descobrindo o valor e potencial individual de cada membro de sua equipe, inspirando-os e despertando-lhes a vontade de fazer, e não de cumprir ordens.

Abraham Shashamovitz, ex-vice presidente da Nextel, dizia que para gerenciar uma organização você utiliza os músculos e a razão, mas para liderar de verdade deve usar também o coração.

O mais difícil não é alcançar a liderança. É permanecer no topo. O alto da montanha é de acesso restrito, normalmente de trajeto íngreme, repleto de armadilhas e emboscadas. Mas lembre-se: nunca há lugar para sentar!

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A agência Recriativi comemora 2 anos de sucesso!

A Agência de Publicidade Recriativi completa 2 anos de muito sucesso e crescimento, agregando novas experiências e trabalhos a cada dia em sua jornada.

A nossa diversão é a criatividade!

E estamos somente começando, com muita disposição para conseguir parcerias com mais e mais empresas no mercado de trabalho.

A Recriativi carrega em seu conceito: inovação, criatividade, originalidade, e principalmente, respeito e determinação no relacionamento com as pessoas.

Conheça nossos trabalhos e clientes atendidos através do site http://www.recriativi.com.br/. Estamos abertos a apresentar a estrutura e portfólio da nossa agência e tê-lo como nosso cliente.

Agradecemos a você, cliente, parceiro, colaborador e amigo que sempre confiou e confia e acreditou na Recriativi para cuidar da sua imagem corporativa, do seu evento e de suas ações de marketing.

Um forte abraço.

Equipe Recriativi!

Presenteie pessoas queridas com um brinde

A Recriativi traz uma sugestão para você presentear seus parceiros, clientes, amigos e colaboradores neste final de ano.

BRINDE SUSTENTÁVEL...

É um tubo de ensaio que vem com adubo e sementes para serem germinadas. O brinde é trabalhado com materiais recicláveis e reaproveitáveis, todos com bastante criatividade, pensando sempre no meio ambiente e no assunto do momento, SUSTENTABILIDADE.

O tubo recebe personalização na base e no tag com o logo da empresa e vai numa caixa Kraft como esta

Você pode escolher:

- Semente de Girassol;
- Semente de Feijão;
- Semente de Chuva de Ouro.

Valor unitário: R$ 8,60 / Quantidade mínima: 100 peças

Plante esta idéia e dê de presente o brinde sustentável a alguém que goste e te quer bem. O meio ambiente agradece!

Para mais informações, entre em contato:

11 3422-3623
www.recriativi.com.br

New Harmony Cosméticos – Nova conta da Recriativi

A agência Recriativi conquistou a conta da New Harmony Cosméticos e cuidará da exploração e fixação da marca nos produtos, novo visual de rótulos e embalagens, catálogos, produção de fotos, além de lançamentos de produtos novos para o mercado feminino. Em breve novidades. Aguardem!

Créditos: Recriativi Publicidade

Créditos: Recriativi Publicidade

Créditos: Recriativi Publicidade

O que é SEO?

Você sabe o que é SEO?

Leia a matéria abaixo que aborda o assunto e fala sobre as ferramentas de busca que dão um melhor posicionamento de um site em uma página de resultados.

 
-----
 
O significado de SEO é Search Engine Optimization. Em português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas. O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.

O SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes dela, a organização do links em uma páginas de resultado era alfabética como nos diretórios web. Na nova geração de ferramentas de busca, o posicionamento passou a depender da relevância. Esta relevância é definida por algoritmos, que são cálculos que servem para definir o quanto uma página é importante. Um dos mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank.

Os fatores que influenciam o posicionamento das páginas são guardado a sete chaves pelos site de busca. Porém, ao longo do tempo, foi possível identificar as melhores práticas que se resumem em empregar o bom senso na criação e estruturação de um site. O SEO também depende da palavra-chave que é o termo que você usa em um busca. Dependendo de quais palavras você utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes.

O SEO pode ser dividido em duas partes. Fatores internos e fatores externos. Os internos são relacionados ao site. Alguns exemplos são urls claras, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a correta utilização das tags html que é linguagem utilizada para construir páginas web. Já a parte externa analisa como os outros sites se relacionam com o site. Os exemplos são quantidade de links apontando para o site, quais sites apontam o site e o conteúdo do link apontado. Dependendo destes fatores, as páginas são pontuadas pelos sites de busca para que ele possa determinar a relevância da pagina e quais as palavras-chave relacionadas a ela. O Google utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 que é o PageRank.

Existe também o lado negro do SEO conhecido como Black Hat Seo. Nele, são utilizadas técnicas que tentam enganar os algoritmos das ferramentas de busca para melhorar o posicionamento da página como uso de texto invisível ou de exibir conteúdo diferente para pessoas e sites de busca. Quando descobertos, os sites de busca podem punir os sites que utilizam estas práticas diminuindo a importância do site ou chegando a excluí-lo da sua busca.

Não se deve confundir o SEO com links patrocinados, pois no segundo você pode pagar para ter a garantia de ficar na frente de outros resultados, podendo ficar até em primeiro se estiver disposto a pagar o preço.

Conheça algumas ferramentas SEO que podem ajudá-lo no processo de otimização do seu site.

Porque negócios fracassam

por Carlos von Sohsten, Administrador e Consultor

carlos@4thefuture.com.br
Twitter: @carlosvon

Não é minha intenção neste artigo simplificar um assunto que considero da maior complexidade. Tampouco pretendo fazer generalizações ou passar por cima de informações já existentes e obtidas de forma séria e através de metodologias adequadas. Há diversos estudos e pesquisas, por exemplo, que tratam desse assunto – e muitos deles estão repletos de mérito.

Quero apenas compartilhar algumas idéias que venho obtendo ao longo de mais de vinte anos, como empresário e consultor de empresas. Se você parar para pensar e analisar histórias que conhece – e quem sabe até, histórias que você mesmo tenha vivenciado –, encontrará, certamente, algumas semelhanças com as situações descritas a seguir.

Depois de cumprida essa explicação inicial, vamos ao que interessa: o que faz alguns negócios fracassarem?

Preguiça. Empreendedorismo não combina com aversão ao trabalho, morosidade ou lentidão. Não compreendo como algumas pessoas pretendem construir um negócio com a mais absoluta falta de ação. Tem empresário que fica esperando a oportunidade cair no colo ou o milagre se realizar a qualquer momento. Esses tipos pensam assim: se der certo, eu vou pra frente; se não der certo, eu não perdi meu tempo. Como se fosse possível um negócio dar certo sem o envolvimento integral do seu líder.

Desorganização. “Organização” é uma palavra comumente utilizada como sinônimo de “empresa”. O próprio dicionário registra: associação ou instituição com objetivos definidos.

Os cursos de Administração ensinam técnicas e ferramentas para se estruturar um negócio – sem dúvida, todas da maior importância. Eu me refiro à organização que qualquer criança de sete ou oito anos, por exemplo, tem que ter com seu material e atividades escolares.

Guardar as coisas no lugar certo; verificar e registrar assiduamente as tarefas em uma agenda; preparar com antecedência materiais que precisará no futuro; fazer “trabalhos” em grupo. Todavia, empresários sem a menor noção de organização básica, é muito comum.

Desorganizado, esse tipo de empreendedor deixa escapar informações importantes, toma decisões sem fundamentação, perde-se no dia-a-dia em atividades de menor importância.

Imprevisão. Qualquer literatura básica sobre empreendedorismo define o planejamento como uma das mais importantes atividades que um empresário deve executar. O “planejamento estratégico”, denominação pomposa, é considerado como um dos principais fatores de sucesso de uma organização. Porém, mais uma vez, não estou me referindo aqui a esse tipo de atividade estruturada, e até certo ponto sofisticada. Falo da mais simples capacidade de pensar no futuro. Algo que, creio eu, até o homem das cavernas fazia quando a fome apertava e ele tinha que pensar sobre como obteria sua próxima refeição.

Como é possível, então, que alguns empresários simplesmente gerenciem seus negócios ao sabor dos ventos do mercado? Conheço empresas que estão completamente à deriva; que não sabem sequer como será o dia de amanhã. Planejar não é acessar uma bola de cristal e antever o futuro. Por outro lado, fazer previsões é muito mais simples do que se possa imaginar. Não interessa se o alvo será acertado; porém é bom que se saiba o que fazer no caso do “dardo” cair no chão.

Agir, organizar e pensar antecipadamente. Ninguém precisa fazer uma faculdade para “aprender” a fazer essas coisas. Embora, de fato, existam cursos que possam ajudar a desenvolver essas atitudes. Comportamentos podem ser treinados, aperfeiçoados emodificados.

O primeiro passo é fazer um auto-diagnóstico: 1) Estou tomando as iniciativas necessárias? 2) Sei onde encontrar as informações que preciso para tomar decisões? 3) Já defini onde quero estar e o que quero ser daqui a um ano, cinco anos e trinta anos? Porém, muito cuidado. É mais comum do que se possa imaginar, que aquele empresário que fracassa responda positivamente a todas essas questões. Tem muita gente que se engana e vive numa redoma de fantasias acerca de sua própria capacidade.

Se você se percebe nesse tipo, um consolo: após 3,7 fracassos (é o que diz essa impressionante estatística), aumentam suas chances de sucesso. Parece mesmo que alguns só aprendem levando “pancada”. Fazer o que?

Nato ou adquirido?

por Cláudio Tomanini

Lembra-se do tempo em que no colégio os professores de matemática detinham sua atenção às contas alegando que matemática era a mais importante das disciplinas, e que seria útil por toda sua vida? Era mentira! Marketing é a disciplina. O marketing é profissional, pessoal... É até passional. Depende da sua necessidade para aplicação.

A verdade é que a utilização do marketing tem mais segmentos que Bombril e “com certeza” (para falar a linguagem do momento) é mais aplicado que a velha matemática.

Talvez somente os profissionais de marketing puxem tanto assim a sardinha pro lado do marketing. Mas é facilmente justificável. Ninguém cresce escutando que deve usar o marketing em sua vida ou terá vários problemas em seu dia a dia. Entretanto é o que se ouve da chata matemática. E tai mais uma a favor do marketing. O stress é bem diferente, o marketing não é chato, até porque ninguém aprende marketing porque tem que aprender; aprende-se marketing por paixão, já como utopia ou idealização profissional ou encontra-se naturalmente profissional de marketing.

Um belo dia tudo está dando certo para você. Alguém diz: Isso é marketing! É o chamado marketing nato; pois é, ele nasceu com você. Quer dizer, você que era criativo, observador, visão holística, gostava de planejar nos detalhes, extremamente sensível e cheio de boa vontade, aplicou tudo isso em seu trabalho e deu certo. Mas achava que o mérito vinha de uma força divina que por merecimento a sorte conduzia seus negócios..., que papo furado. Sorte? Divindade? Nada disso. A sensibilidade alinhada à competência de fazer o possibilitava a usar de fatores estudados pela ciência do marketing. Lógico! Isso mesmo o marketing como ciência é pesquisado em geral nos cursos de pós-graduação e MBAs de todo o mundo. O marketing nato e o marketing oriundo de cursos funcionam do mesmo jeito. Todavia se considerarmos que apenas uma pessoa em um milhão nasce munida do marketing natural. Nunca dispense qualquer convite referente à área. Marketing nunca é demais, e, certamente faz mais falta em sua vida que a tabuada que você não decorou, até porque as maquininhas de calcular estão ai para te ajudar já no marketing a maquininhas é a sua cabeça. Tem que craniar.

Sucesso Sempre!

O caminho para melhores resultados em vendas

por Dalmir Sant'Anna

Quantas vezes estamos diante de um profissional de vendas, que enaltece o serviço ou produto que vende, mas não é capaz de comprá-lo? Certa vez, entrei em uma loja de eletrodomésticos, para comprar uma máquina de lavar roupas. Fui abordado por um vendedor, que disse que "as máquinas para serem impecáveis, só faltam estender e passar as roupas!" Depois de ouvir o vendedor, questionei qual dos modelos apresentados ele tinha em casa? Para minha surpresa, ele respondeu que reside sozinho e não possui máquina de lavar. Você presenciou algo parecido? Observe nos dois fatores abaixo, como evitar dissabor ao apresentar uma proposta comercial ou oferecer um produto para um cliente.

Uma estrada de desmotivação e incertezas - Para fortalecer o profissionalismo na área comercial, além da conduta ética, há a necessidade de um perfil comunicativo, inovador e criativo para desenvolver as atividades, por meio da cordialidade e do uso da empatia. Existem vendedores que abandonam a seriedade desta importante profissão, para fazer piadas e acreditam que estão arrasando! Há vendedores que deixam de mostrar novidades para seus clientes e justificam que determinada marca possui preço elevado para o perfil da cliente. Há profissionais de vendas, que realizam abordagem comercial, frequentemente da mesma forma. Caminham em uma estrada de desmotivação e incertezas. Não são capazes de oferecer outro produto e deixam de explorar que a empresa conta com expressivo mix de venda. Ao utilizar de exemplos práticos e vivenciais, o profissional fortalece o compromisso de inovar suas argumentações para os produtos e serviços, tornando os apontamentos mais atrativos, de acordo com o perfil do público alvo.

Você contrataria um "especialista em jeitinho"? - O profissional que deseja argumentar com coerência sobre o produto ou o serviço com o cliente, deve conhecer o que está falando, por meio de treinamento prévio. Passa a ser inaceitável observar uma balconista, ociosa em uma loja, sabendo que neste momento, ela poderia estudar os produtos, as ofertas e realizar a análise comparativa dos diferenciais de uma marca. O "especialista em jeitinho" passa ser aquele que ao contrário de estudar, apresenta justificativa pela ausência de conhecimento. Quando é convidado para participar de um treinamento de vendas, o "especialista em jeitinho" responde de imediato que é pura perda de tempo e que é sabedor que tudo que será apresentado. Gosta de improvisar com assuntos improdutivos ou demonstra ausência de argumentações sobre um determinado produto ou serviço. Um treinamento pode contribuir para eliminar o comportamento do "especialista em jeitinho" e permitir transformar o dissabor de um cliente em satisfação, aliado com atitudes profissionais e coesas com as realidades do mercado.

Houve um período da história comercial, onde o vendedor era uma pessoa que usava de pretextos, com o objetivo de "empurrar" algo para um cliente. Tempo passado, pois atualmente o papel do profissional de vendas é encarado como uma atividade essencial, para o crescimento de qualquer organização. Note que, quando ouvimos a sugestão de alguém, que usou determinado serviço e posteriormente aprovou, passamos a analisar com maior segurança a proposta. Você estaria confortável, em uma aeronave, onde o piloto não se preparou para pousar? Você realizaria a compra de um automóvel, com um vendedor, que não acredita no que está oferecendo? Qual caminho você está andando na trajetória do seu sucesso? Uma estrada de fracassos ou um caminho de conquistas com motivação?

Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tem “Comprometimento como fator de Diferenciação”. Visite o site: www.dalmir.com.br

A Base da Motivação

por Daniel Godri Jr.

Hoje em dia muito se fala em motivação. São investidos anualmente milhares de reais em treinamento, livros e materiais que dêem uma despertada e um empurrão nas pessoas.

Você consegue! Supere-se! Não desista! São frases realmente necessárias e poderosas que podem sim fazer a diferença entre um perdedor e um vencedor.

Agora, achar que alguém pode se dar bem profissionalmente somente por estar motivado acho meio arriscado.

Explico melhor: Imagine eu Daniel, com meus 115 quilinhos, altamente motivado para correr uma corridinha de uns 20 Km. Estou realmente motivado. Quando estou na linha de largada olho para os lados e vejo minha família orgulhosa pelo simples fato de eu estar disputando essa corrida, já posso me imaginar cruzando a linha de chegada, os aplausos e a agitação.

Olhando mais atentamente percebo a grande figura que ganhou uma medalha de bronze na Olimpíada de 2004 Vanderley Cordeiro de Lima, aquele famoso por ter sido agarrado durante a corrida.

Dado o tiro inicial, sem titubear, corro feito louco. É verdade que a correria não dura mais que 3 minutos. Estou exausto, o cansaço vai aumentando e a motivação diminuindo. Achei que era mais fácil. Logo, dezenas, e porque não, centenas de magrinhos começam a passar na minha frente. Minha motivação inicial deu lugar a uma simples realidade: não conseguirei chegar somente por acreditar que chego. Precisaria ter treinado mais.

Minha motivação se desfaz como um frágil castelo de areia pisoteado por um garoto na praia.

Mas afinal o que houve de errado? Foi culpa do treinamento motivacional? Os livros teriam sido muito ruins? Não estava motivado o suficiente? Não creio. Os livros e o treinamento foram excelentes e realmente estava motivado. O que faltou na verdade foi a base da motivação, o alicerce, o fundamento e isto se chama: conhecimento, prática, treinamento, enfim habilidade. E são essas coisas que realimentam a motivação numa pessoa. Fazem com que a motivação dure mais e não se frustre diante da realidade que me diz: Não amigo, com 115kg não vai dar!

Isto não significa que motivação não seja importante. Ela é. É ela que me faz acreditar e por acreditar, me preparar mais.

Alguns argumentariam: de que adianta treinamento motivacional se a motivação não dura para sempre? É o mesmo que falar: de que adianta almoçar se amanhã tenho que comer de novo? Outra coisa: o que dura para sempre? Talvez muitas poucas coisas.

Agora o que é essencial é que esta motivação me leve ao aperfeiçoamento como pessoa e profissional. Faça-me preparar melhor para ter mais chances de chegar ao tão sonhado podium e a realizar conquistas na minha vida.

Ninguém constrói uma casa sem uma boa fundação porque corre o risco de nos primeiros vendavais a casa desmoronar. Quem sabe o que lhe falta não é a motivação, mas sim a base dela?

Gestão da Estratégia com o BSC – funciona também para pequenas empresas?

por David Kallás

david@kcd.com.br

O Balanced Scorecard (BSC) é uma termo que, traduzido, significa algo como “Indicadores Balanceados de Desempenho”. Trata-se de um conceito relacionado à gestão das organizações, seja elas públicas, privadas ou sem fins lucrativos. O conceito pressupõe que a escolha dos indicadores para a gestão de uma organização não deve se restringir a informações econômicas ou financeiras, porque elas refletem muito mais o passado que o futuro. Se a empresa gerou lucro no ano passado, isso não garante que o ano seguinte será igualmente bom. Assim como não é possível realizar uma viagem segura baseando-se apenas no retrovisor do carro, indicadores financeiros não são suficientes para garantir que a empresa está caminhando na direção correta (veja Figura 1). É necessário monitorar, juntamente com resultados econômico-financeiros, desempenhos de mercado junto aos clientes, desempenhos dos processos internos e pessoas, inovações e tecnologia. Isto porque, a somatória das pessoas, tecnologias, inovações, se bem aplicada aos processos internos das empresas, melhorarão o desempenho esperado no mercado junto aos clientes e trarão à empresa os resultados financeiros esperados. Isto é o que se chama de “criar valor com ativos intangíveis”.

Figura 1 – Analogia dos conceitos empresariais com a vida cotidiana

Elementos do Balanced Scorecard

O balanced scorecard é uma ferramenta que traduz de forma balanceada e integrada a visão e a estratégia da organização por meio de um mapa coerente com objetivos estratégicos organizados em diferentes perspectivas (financeira, do cliente, dos processos internos e do aprendizado e crescimento), sendo interligados em uma relação de causa e efeito. Além disso, o BSC promove o vínculo desses objetivos com indicadores de desempenho, metas e planos de ação. Desta maneira, é possível gerenciar a empresa de forma integrada e garantir que os esforços da organização estejam direcionados para a estratégia.

Um balanced scorecard deve possuir os seguintes componentes:

Objetivos estratégicos: implica a tradução da visão de futuro em objetivos organizados em relação de causa e efeito, de forma clara (mapa estratégico ou mapa da estratégia). O mapa da estratégia auxilia a fazer com que todos os indivíduos na organização entendam a estratégia e como transformar ativos intangíveis em resultados tangíveis.

Indicadores chave de desempenho: como será medido e acompanhado o sucesso de cada objetivo. Um bom balanced scorecard deve ser uma combinação adequada de resultados (indicadores de ocorrências) com impulsionadores de desempenho (indicadores de tendências) ajustados à estratégia . Enquanto os indicadores de ocorrência mostram o desempenho das ações passadas, os indicadores de tendência indicam os prováveis resultados futuros.

Metas de longo prazo: trata-se do nível de desempenho esperado ou a taxa de melhoria necessária para cada indicador. Para melhorar o desempenho financeiro e operacional, é importante desenvolver metas explícitas em cada um dos níveis da organização. Essas mensagens vão para o público interno e externo e proporcionam benefícios importantes para a organização:

- Legitimidade: metas fortes possibilitam o comprometimento dos funcionários com a organização, quando eles se identificam com os propósitos gerais da organização e sua razão de existir

- Fonte de Motivação e Compromisso: a metas facilitam a identificação dos funcionários com a organização e ajudam a motivá-los, reduzindo a incerteza e esclarecendo o que ele devem realizar.

- Guias para a ação: as metas proporcionam o senso de direção. Elas focam a atenção nos alvos específicos.

- Fundamento lógico para a decisão: por meio das metas, os gestores aprendem o que a organização está tentando realizar.

- Padrão de desempenho: como as metas definem os resultados desejados para a organização, elas servem como critérios de desempenho e proporcionam um padrão de avaliação.

Iniciativas Estratégicas: associadas ao desafio colocado pelas metas de longo prazo, dispostas ao longo do tempo, planos de ação e projetos deverão ser estabelecidos a fim de viabilizar seu alcance. Trata-se de “ações de intervenção” para fazer com que as metas sejam alcançadas.


Figura 2 – Componentes e terminologia do balanced scorecard

A Figura 2 ilustra os componentes do balanced scorecard para um fragmento da estratégia de uma Companhia Aérea. Enquanto o mapa estratégico “conta a história da estratégia”, os demais elementos conferem especificidade aos objetivos estratégicos da companhia. A idéia é construir um painel que fornecerá informações sobre o desempenho da empresa baseada nos indicadores e metas, apresentado sob a forma do mapa estratégico, colorido conforme as cores do semáforo. Objetivos cujos indicadores apresentem desempenho acima da meta serão apresentados com a cor verde. Objetivos com desempenho próximo a meta, amarelos e muito abaixo da meta, vermelhos.

Com um painel pronto e operacional, o gestor poderá avaliar, periodicamente, o desempenho dos seus principais objetivos estratégicos, e decidir sobre ações de manutenção ou correção de rumo. O painel, construído a partir da visão de longo prazo, fará com que as discussões subam de nível e olhem aspectos realmente estratégicos da organização.

Aplicação e benefícios: isso é coisa só para gente grande?

Muito se questiona sobre a viabilidade da aplicação do BSC para pequenas e médias empresas (PME). A experiência tem mostrado que os conceitos estratégicos válidos para grandes conglomerados também se aplicam para pequenos empreendimentos. Logicamente, adaptações devem ser feitas, todas no sentido da simplificação e desburocratização:

- Reduza o número de objetivos e indicadores de desempenho. Você não poderá dispor de recursos única e exclusivamente alocados para levantamento e análise de desempenho, como é comum em grandes empresas. Portanto, se construir sistemas complexos, não terá como mantê-los atualizados.

- Simplifique a forma de apuração, armazenamento e consulta das informações do BSC. Esqueça os sofisticados sistemas de data warehousing e business intelligence e dê preferência a sistemas mais simples e baratos. Há também quem prefira a flexibilidade dos sistemas desenvolvidos em planilhas eletrônicas.

- Procure convergir as ferramentas de gestão. De nada adianta tentar manter separados os esforços de planejamento estratégico, orçamentos e avaliação de desempenho. Prepare um calendário anual de gestão com todas essas atividades interligadas.

- Separe um tempo para pesar estrategicamente com a equipe de líderes. Crie um fórum formal e periódico para a avaliação de desempenho e a revisão dos direcionadores estratégicos, mesmo que a equipe de liderança tenha o costume de se reunir semanalmente para decidir questões operacionais. Não espere que vá conseguir pensar estratégia no meio dos “incêndios”.

Por outro lado, o fato de ser pequeno traz enormes vantagens. Autonomia, agilidade e flexibilidade são muito maiores que em grandes corporações, onde a distância entre a alta gestão e os níveis operacionais é muito maior. Adicionalmente, o executivo da PME possui o que o executivo de grandes empresas não tem: a avaliação qualitativa do desempenho, dado está muito mais próximo da operação e consegue captar muitas informações que os números não revelam. Aliar a informação qualitativa com os dados quantitativos do BSC fornecerá ao gestor da PME um diferencial enorme em relação aos concorrentes, independente de seu tamanho.

Para Saber mais:

• KALLÁS, D. ; COUTINHO, A. R. (org). Gestão da Estratégia: experiências e lições de empresas Brasileiras. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

• KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. A estratégia em ação: balanced scorecard. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997

• KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Organização orientada para a estratégia: como as empresas que adotam o balanced scorecard prosperam no novo ambiente de negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

• KAPLAN, R.; NORTON, D.. Mapas Estratégicos: Convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

• KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Alinhamento. Usando o Balanced Scorecard para criar sinergias corporativas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

• KALLAS, D. Balanced Sorecard: aplicação e impactos. Um estudo com jogos de empresas. 2003. Dissertação (Mestrado em Administração) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo.

2011: Qual será a tendência empresarial?

por José Renato de Miranda

“Qualidade total é fundamental”
“Estamos na Era do Conhecimento, sem ele ninguém é competitivo”
“Permanente atualização tecnológica”
“É preciso investir em treinamento e motivação”
“Inovar, inovar e inovar para fazer a diferença”

E assim caminham empresas e profissionais sob tensa pressão por melhorias consideradas obrigatórias e inadiáveis para que possam vencer no concorrido mercado do século XXI. O que se lê nestas frases foi a tônica da década de 90 na arena do comércio e da indústria, virou o milênio sem data para terminar.

Durante longo tempo, vê-se abundância de publicações, de eventos sobre administração, métodos lançados a cada período, surgimento e morte de gurus sérios e circenses, enfim, sobram orientações sobre como fazer a gestão de empresas e atuar na qualificação de pessoas. Sejam diretores ou funcionários, formais ou informais, em qualquer ramo todos os interessados têm acesso às informações e, o principal, há anos lêem, assistem, estudam, cursam, trocam idéias, debatem, praticam, implantam, aperfeiçoam, acertam, erram... há anos acumulam bagagem de teorias, técnicas e alternativas para soluções, para adaptação ao novo e definitivo mercado global.

Essa massificação geral sobre como fazer, como estruturar o negócio, entra na fase de saturação, as fórmulas ficam repetitivas, mudam-se as embalagens, mudam-se só mesmo os formatos dos conteúdos. Em queda os cursos amplos e demorados, em alta os compactos e dirigidos. A qualificação empresarial-profissional entrou em reformulação por causa da redução de alunos, a meta passou a ser o lançamento de cursos sob medida dentro das tendências e necessidades dos respectivos setores.

O como fazer, como estruturar e os abrangentes cursos dão lugar daqui para frente ao saber executar, saber gerenciar, aos cursos temáticos e pontuais. É a vez da prática geradora de resultados, da gestão reta a partir do conhecimento acumulado na década de 90 e início desta. Em suma, é a vez de compatibilizar o que está massificado com as expectativas específicas das empresas.

Saber gerenciar para ajustar a gestão de forma amarrada, objetivamente ligada ao cliente. Paralelamente, com idêntica determinação, ir aos pontos positivos da empresa para dar-lhes máxima consistência e regularidade. Saber segurar um cliente passa a ser forte diferencial diante da concorrência.

Não cabe mais ficar longos períodos em levantamento de dados, elaboração de projeções, pelo contrário, agora é hora de atitudes centradas, agir para fazer acontecer e gerenciar para manter.

Qualidade, tecnologia, motivação, inovação e outros itens ressaltados no mundo globalizado, sem dúvida, são da maior importância, mas deixam de ser novidade. As empresas estão muito parecidas, com acesso geral aos mesmos recursos. A novidade passa a ser a competência para unir estes itens num trabalho bem executado, solidamente gerenciado para manter o sucesso e se precaver contra reações dos concorrentes.

Na barafunda de opções e ofertas no mercado, cliente quer tranquilidade e segurança para comprar, consumir. Nada melhor do que uma loja ou indústria onde ele tem a certeza de que aqueles itens citados funcionam hoje - e sempre!

José Renato de Miranda é Diretor da Consultoria de Impacto Gestão e Marketing Ltda, autor do livro Gestão e Marketing, cap. esp. Empresa Familiar. Consultor do Sebrae, CDL e Fecomércio. Site:www.consultoriadeimpacto.com.br

Os mistérios da ansiedade

por Suara Bastos

Todos nós já nos sentimos inseguros e ansiosos em algum momento de nossa vida. Afinal, o tempo todo somos levados a tomar decisões, algumas não muito importantes e significativas, mas em outras tantas ocasiões um simples “sim” ou “não”, bem ou mal colocado, pode mudar nossa vida radicalmente.

Mesmo que essa seja uma mudança para melhor, não estamos acostumamos a lidar com elas pois trata-se de sair da nossa zona de conforto e isso, por si só, pode causar muita ansiedade.

Para Jerome Kagan, psicólogo que dedicou grande parte de sua vida ao estudo da ansiedade, a incidência deste sentimento nos dias de hoje não é maior do que era antigamente. Afinal, há alguns séculos, o indivíduo sentia-se ansioso com a possibilidade de ter uma doença infecciosa ou ser atacado por bandidos na beira da estrada e, hoje, sentimo-nos ansiosos por motivos diferentes. Tantas são as preocupações atualmente, que não há como estarmos indiferentes a tudo que acontece ao nosso redor.

De modo geral, todos nós somos ansiosos, assim como todos sentimo-nos cansados, culpados ou envergonhados, sendo, portanto, parte de nossa condição humana.

A ansiedade não foi de todo má, chegando até a ser uma vantagem adaptativa de acordo com a teoria evolucionista, pois a existência de hipervigilantes entre membros de nossa espécie foi decisiva na luta contra os predadores.

O maior problema do ansioso é que ele está sempre no futuro e, desta forma, na maioria das vezes não consegue realizar suas atividades rotineiras, relacionar-se de forma saudável com os demais e cumprir seus diversos papéis na sociedade de forma adaptada. Se este sentimento estiver gerando angústia e desequilíbrios, este é o momento de investigar suas causas.

Vale ressaltar que estamos devidamente equipados para o enfrentamento da ansiedade que, se identificada e cuidada a tempo, deixará de ser um fator que possa comprometer nossa saúde física e emocional e, por que não dizer, nossa felicidade.

Suara Bastos, psicóloga e palestrante em temas relacionados ao desenvolvimento humano. Acesse: www.Suara.com.br

Como Falar em Público

* por Tom Coelho

“Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio.” (Provérbio Indiano)

Tratando-se de comunicação, é impossível deixar de abordar a importância de aprender a falar em público.

Pesquisas feitas em diversos países indicam que o medo de falar em público é tão significativo que chega até a superar o medo da morte!

Independentemente de sua posição profissional ou social, em algum momento será necessário falar para uma plateia. Pode ser durante uma reunião na empresa, na apresentação de um trabalho acadêmico, em um evento social ou mesmo em ocasiões informais com os amigos.

A boa notícia é que todos nós podemos aprender técnicas para falar em público, superando receios e constrangimentos e alcançando êxito na transmissão da mensagem.

Em 1998 eu nem sequer imaginava que um dia poderia seguir uma carreira como palestrante profissional. Na ocasião, enquanto empresário, identifiquei a necessidade de melhorar minha comunicação e procurei o Instituto Reinaldo Polito para fazer seu “Curso de Expressão Verbal”. Muitos foram os ensinamentos que guardo comigo e aplico até hoje. E, embora não seja o propósito desta obra, gostaria de compartilhar algumas dicas práticas que aprendi com meu mestre e amigo Reinaldo Polito, indiscutivelmente a maior referência em oratória de nossos tempos.

1. Domine o tema. Procure falar a respeito de um assunto sobre o qual você tenha domínio. Pode ser fruto de sua experiência pessoal, acadêmica ou profissional. O fato é que conhecer o assunto com certa profundidade torna sua exposição mais original, espontânea e cadenciada, conferindo-lhe maior tranquilidade e credibilidade. Em 2005, após apresentar a palestra “Sete Vidas”, na adidas do Brasil, o presidente da empresa, Marcelo Ferreira, solicitou-me uma palestra sobre administração do tempo. Na ocasião, informei-o de que esse tema não constava de meu portfólio e que precisaria prepará-lo. Durante seis meses li uma variedade de livros sobre o assunto até estar pronto para discorrer sobre o tema. Hoje esse é um de meus objetos de estudo favoritos e a palestra “Construindo um dia de 30 horas” um dos temas mais requisitados.

2. Conheça seus ouvintes. Saiba previamente com quem irá falar e busque informações sobre seu perfil. Cada audiência demanda uma abordagem diferenciada, porque tem características e expectativas próprias. Imagine como dirigir-se a estudantes e executivos, jovens e idosos, pós-graduados e pessoas com menor instrução. A linguagem e os exemplos seguramente serão distintos em cada situação.

3. Conheça o espaço físico. Visite com antecedência o ambiente no qual irá discursar. Avalie suas dimensões e o impacto sobre a acústica, a disposição dos assentos em relação ao palco ou ao local em que você ficará postado, o índice de luminosidade, as áreas de circulação. Mais do que tudo isso, perceba o ambiente a fim de sentir-se confortável no momento da exposição. Em 2006, na Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra), fui convidado a ministrar a palestra de encerramento da Sipat. O local era improvisado, a fim de permitir a participação de um maior número de colaboradores e a tela de projeção era diretamente afetada pela luz do sol. Por conhecer essa situação previamente, alterei o conteúdo de minha apresentação, excluindo imagens e vídeos que não seriam visíveis naquelas condições, sem prejuízo à mensagem final.

4. Use a roupa certa. Terno e gravata para homens, tailleur para as mulheres, certo? Não necessariamente. Dependendo das características do evento, um traje mais informal pode ser recomendável e garantia de sucesso. Já participei de convenções de empresas nas quais substituí o conjunto camisa social, gravata e paletó pela camiseta com o tema do evento. Isso gera proximidade e sinergia com os participantes.

5. Dê colorido à sua voz. Uma palestra tem como característica o fato de ser, em essência, um monólogo, ainda que o conferencista utilize recursos variados, incluindo a participação da plateia. Por isso, durante a exposição, alterne a entonação e a velocidade da voz, ora falando mais alto, ora sussurrando; ora discorrendo pausadamente, ora acelerando as frases.

6. Pronuncie bem as palavras. Além de pronunciar as vogais em ditongos e os “r” e “s” em finais de palavras, atente para evitar o uso de cacofonias como “né”, “ããã”, entre outros, uma vez que estes podem comprometem a qualidade da comunicação. Procure sempre aprimorar sua dicção, articulando com correção palavras e sons.

7. Cuidado com o vocabulário. A linguagem utilizada na comunicação deve estar alinhada ao perfil dos participantes. Assim, jargão profissional e termos técnicos podem ser utilizados com seus pares, mas são inadequados para uma audiência heterogênea. Além disso, tenha atenção especial em relação às regras gramaticais, conjugação de verbos, concordância, coesão e coerência textual.

8. Use a expressão corporal. Albert Mehrabian, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), conduziu a partir de 1967 estudos que originaram a Teoria 7-38-55, publicada no Journal of Consulting Psychology com o título “Inference of attitudes from nonverbal communication in two channels”. O estudo indica que no processo de comunicação, somente 7% do impacto da mensagem decorre de seu conteúdo, 38% da comunicação verbal (intensidade e velocidade da voz) e 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contato visual). Portanto, o sucesso da comunicação interpessoal não está naquilo que você diz, mas em como diz.

9. Conquiste a atenção dos ouvintes. Olhe com atenção para a plateia, percorrendo todo o ambiente. Movimente-se para alterar o campo visual de atenção. Aproxime-se das pessoas e procure interagir com elas. Perceba os sinais emitidos, de interesse ou dispersão em sua mensagem, alterando, assim, a abordagem, seja por meio de inflexão de voz ou de mudança no foco temático. A ordem é persuadir e cativar o público. E lembre-se: os primeiros minutos de sua exposição são fundamentais. É o momento em que as pessoas estão mais desarmadas e suscetíveis a serem conquistadas por você. Em minhas palestras, costumo aliar recursos audiovisuais a fim de ganhar a atenção dos participantes com sons e imagens que se integrem à minha voz e ao conteúdo transmitido.

10. Cultive o bom humor. Conduza sua apresentação com naturalidade e descontração, transmitindo a mensagem desejada de forma agradável, com tranquilidade e toques de bom humor. Um semblante sereno e um sorriso autêntico são capazes de quebrar resistências, mudar opiniões e romper barreiras aparentemente intransponíveis.

11. Cuidado com piadas e desculpas. Bom humor não remete necessariamente a contar piadas. Todavia, caso deseje fazê-lo, evite piadas de cunho político e religioso, pois é grande o risco de agradar a alguns e ferir outros tantos. Também é aconselhável evitar desculpar-se em razão de problemas físicos, por exemplo. Se estiver resfriado, ao desculpar-se por seu estado no início da apresentação, fará com que a audiência concentre-se ainda mais em seu problema, o qual poderia até passar despercebido.

12. Planeje o discurso. Começo, meio e fim. Definir uma estrutura lógica para sua apresentação ajudará você a concatenar suas ideias, facilitando o entendimento da plateia. Faça a abertura informando sobre o que irá falar, desenvolva o raciocínio e conclua, trazendo um pequeno resumo antes do fechamento. Se pretender apresentar uma solução para um problema, informe antes qual é o problema.

13. Fale de improviso. Esse é um reforço da recomendação inicial de se dominar o assunto que será abordado. É importante ter uma estrutura de discurso mentalmente definida, conforme mencionado, mas não se apegue a isso como cartilha, e sim como um guia. Esteja livre para mudar o conteúdo e a ordem de sua apresentação. E lembre-se de que imprevistos ocorrem, como problemas técnicos com equipamentos que podem interferir em seu desempenho.

14. Responda a perguntas. Coloque-se sempre disponível para responder aos questionamentos dos participantes. É evidente que para fazê-lo você deverá dominar o tema, mostrando-se preparado para um eventual debate, inclusive oriundo de uma plateia hostil. Mantenha a serenidade e não se acanhe em declinar de perguntas para as quais desconhece a resposta. Demonstre uma postura segura. Momentos preciosos tenho vivenciado ao término de minhas palestras quando há a oportunidade de interagir de perto com os presentes. Minha experiência tem demonstrado que o questionamento de um corresponde à dúvida de outros, permitindo-me, inclusive, escrever posteriormente sobre o assunto em pauta.

15. Capriche no encerramento. Uma mensagem poderosa e consistente ao término de sua apresentação poderá ganhar a simpatia dos ouvintes, inclusive daqueles que estiveram reticentes ao longo de toda a explanação. Sempre finalizo minhas palestras declamando um poema com texto alinhado ao tema apresentado.

Conforme relatei no início, meu intuito foi somente compartilhar algumas sugestões. Essas dicas e muitas outras podem ser encontradas com maior detalhamento e riqueza de exemplos nas obras do professor Reinaldo Polito.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ação Fres-Coco no PDV

A agência Recriativi desenvolveu materiais para o cliente Fres-Coco que atenderá agora o consumidor final com um produto inovador e prático. É o coco ralado fresco congelado.... hummm!!!
Os consumidores serão impactados com banners, displays, take-one e embalagens novas, informando sobre o produto, dando dicas e receitas para o consumidor levar para casa e apreciar.
As novidades estarão presentes nos principais pontos de distribuição da Fres-Coco dentro de São Paulo.
 
Vale a pena experimentar!!!



2011 está chegando...

Faça uma homenagem aos colaboradores e clientes de sua empresa. Envie um e-mail marketing ou faça um cartão de Natal para agradecer cada pessoa que dedica algumas horas de seu dia para levar adiante e com garra o seu negócio. Reconheça o esforço e faça sua parte!

A Recriativi cria e-mail marketing para seus clientes que trabalham com campanhas e pode personalizar com a mensagem desejada.

Saiba como desenvolver o seu, através do telefone 11 3422-3623 ou agencia@recriativi.com.br

Site Relevo Multimarcas

Confira as últimas atualizações realizadas no site da Relevo Multimarcas (http://www.lojasrelevo.com.br/), e aproveite para presentear seu amigo secreto, ou comprar aquele presente de natal para a pessoa que você gosta.
Novos modelos de bolsas e marcas sempre são disponibilizados no site para que o consumidor possa ficar por dentro do que a loja oferece. Esse site foi construído pela agência Recriativi que sempre mantém suas atualizações e campanhas de e-mail marketing junto ao cliente. Visite!!!

Quer um brinde de final de ano show?!

A agência Recriativi tem ideias inovadoras e parceiros fieis que trazem diversas opções de brindes, inclusive sustentáveis para presentear clientes e amigos nessa época comemorativa do ano.


Entre em contato conosco: mailto:agencia@recriativi.com.br

Saiba mais sobre brindes e corra para fazer o orçamento!!!

Sorte e azar

por Carlos von Sohsten, Administrador e Consultor

Twitter: @carlosvon

Artur acelerou seu carro. Passou no último estágio do sinal verde. Um pensamento lhe sobreveio: “sou mesmo um cara de sorte!”. Nascido em berço de ouro, não conhecia o significado das palavras “dificuldade” e “problema”. Seus pais resolviam tudo para ele.

Tinha o que queria. Seu sonho era ser um médico importante e reconhecido como seu pai. A faculdade privada de medicina, de vestibular duvidoso, ajudava no projeto. Ganhou um Land Rover “zero bala”. Também pretendia ingressar na política, seguindo os passos do avô.

Namorava as meninas mais bonitas da cidade. Era cheio de amigos. E tudo conspirava a seu favor. Artur sorriu ao atravessar o cruzamento com seu carro em fúria. Poderia chegar ao próximo semáforo em tempo de atravessá-lo direto. Para isso contava com seu potente motor; e com a sua “sorte”. Mas, não contava com o caminhão carregado de tijolos que fechou-lhe o caminho. Não deu tempo sequer de concluir seu último pensamento. Artur era “azarado”?

Débora olhou para os números no bilhete da Mega Sena com imenso desprezo. Era o “azar” em pessoa, o que podia esperar? Vivia de mal com a vida. Também, tudo para ela dava errado. Pais separados na infância. Dificuldades financeiras permanentes. Não pôde ingressar na faculdade que tanto desejava – precisava ajudar em casa. No emprego, sofria maus tratos do chefe – dependia do emprego, fazer o que? Seus problemas de saúde se agravavam, acentuados pelo desleixo e falta de motivação com a vida.

Débora reclamava, da hora que acordava, ate a hora que ia dormir. Há tempos não namorava, tinha poucas amigas, e até seus familiares a evitavam. Vivia das migalhas da vida. Como não suportava cigarros e álcool, direcionava suas frustrações para os “jogos de azar”, onde costumava perder boa parte de suas economias. Conferiu os dois primeiros números. Estavam certos. Conferiu os dois próximos, e começou a desconfiar do que via. Conferiu os dois últimos e não conteve um pequeno grito de horror. Acabara de ganhar sozinha na Mega Sena – o maior prêmio já pago na história da loteria. Débora era uma mulher de “sorte”?

José Maria era considerado um fracassado pela família. Seus negócios nunca prosperavam. Vivia metido em encrencas. Dívidas: tinha até o pescoço. Um dia, na mesa de um bar, gastando o que não tinha, conheceu Deyverson. O rapaz tinha pinta de gente boa. Conversaaprumada. Havia estudado na “escola técnica” e tinha até um currículo impresso com foto 3x4. Os dois conversaram sobre oportunidades de negócios. Amigos de longa data de José Maria logo se afastaram. Já haviam visto o pobre homem cair em várias armadilhas; mas falar de nada adiantava. Era cabeça dura! A família tentou preveni-lo, mas o homem já estava cego, diante de tantas possibilidades que vislumbrava diante de si. Deyverson era o

sócio com o qual sonhava há anos. “Agora vai dar certo!”, pensava. José Maria, 52 anos de idade, iniciou seu sétimo empreendimento, sem nenhum dinheiro no bolso, sem crédito na praça, sem eira nem beira. Em quatro anos, a empresa que criou com o jovem desconhecido tornou-se referência no ramo de atuação. José Maria agora era um empresário de sucesso. Já havia até engordado. Separou-se da mulher, perdeu contato com os filhos. Casou com uma jovem, 30 anos mais nova. E segue sua vida. Esta é a história de um “sortudo”?

A de Juca de Farias foi parecida, mas em sentido inverso. Era um empresário bem estabelecido e admirado por todos. Arranjou um sócio, tão bem sucedido quanto ele. Os amigos disseram: “O Juca vai longe”. Quebrou em menos de três anos, tendo sido passado para trás pelo “confiável” sócio. Juca foi abandonado por todos. Andava pelas ruas do centro, pedindo ajuda, e repetia sempre um conto sobre ratos, que eram os primeiros a abandonar o barco em um naufrágio. O que dizer de “sorte” ou “azar” quanto a Juca de Farias?
 
Histórias como essas se repetem todos os dias. Você se percebeu (ou algum momento da sua vida) em situações semelhantes? O que você pensa nessas horas? Dizem que a vida é como uma roda-gigante. E que tudo vai bem, quando termina bem. E quando é o fim? O de Artur, Débora, José Maria e Juca de Farias: será que chegou? Enquanto há vida, a roda não pára de girar.

Quanto Você Vale?

por Claudio Tomanini

Esta semana é derradeira, domingo é dia de eleições. Iremos escolher o nosso presidente da republica, que ficará 4 anos no poder, desenhando, escolhendo e definindo os caminhos desta nação. Colocamos muitas expectativas em nossos governantes. Queremos melhores escolas, mais segurança, mais saúde, mais, mais e mais. Inclusive acreditamos piamente que eles têm o poder de determinar a melhora de nossas vidas, melhorar nosso emprego, nossos ganhos e até que vão ajudar-nos a comprar o carro novo, o apartamento tão desejado. Enfim, colocamos nos outros a expectativa de que façam algo por nós, e se não conseguirmos ? De quem é a culpa? Nossa, só nossa. E se você acha que é porque votamos errado, quem esta errado é você. Somos nós os senhores dos nossos caminhos, de nossas conquistas ou derrotas.

De verdade, pense: O que estamos fazendo pela nossa carreira? Quais são os seus objetivos de curto, médio e longo prazo?

Responda rápido: Quanto você investiu, neste ano,

do próprio bolso na sua formação?

Quantos convites você recebeu para outras coisas?

Participou de algum grupo extra-trabalho?

Participou de algum congresso, feira?

Viajou em busca de algum conhecimento?

Quantos livros você leu no último mês?

Quantas pessoas do seu network se destacaram?

Em que você é realmente é muito bom?

Aonde você quer chegar?

Se você não sabe quanto vale, como se vende dentro de um mercado cada vez mais competitivo?

É preciso não pensar somente no seu valor na questão salário, que é o que muito se debate, é preciso pensar no seu valor como profissional, é preciso saber o quanto você agrega para a empresa onde trabalha. Qual o seu diferencial em relação a outro profissional do mesmo nível de conhecimento, o quanto você sabe usar sua capacidade para alavancar os negócios e aumentar a rentabilidade da empresa onde atua, se pensar somente no salário, será um profissional como outro qualquer, que dificilmente sairá de onde esta, é preciso criar sua marca pessoal, destacar o que você tem a mais para oferecer.

Existem algumas formas de se destacar dos demais, é preciso conhecer o mercado que atua e dentro dele criar ferramentas diferenciadas.

Uma sugestão é aprender a usar as ferramentas de marketing como um diferencial para vendas, é urgente descobrir como fazer para desenvolver clientes rentáveis, usando estas armas em seu favor, você se tornará um profissional de valor único no mercado.

Sugiro também que procure sempre ter uma visão bastante clara sobre planejamento, desta forma poderá desenvolver estratégias eficientes e assim poderá monitorar as informações do mercado e transformá-las em armas para vencer a concorrência e ganhar novos clientes em um mercado tão competitivo.

A empresa vai pra frente “com você, sem você ou apesar de você”, portanto a gestão da sua carreira e seu sucesso são problemas seus, portanto pense como empresa, pense no produto “você”, reflita na sua marca pessoal. Somos uma marca viva emitindo sinais o tempo todo.

Faça mais e melhor por você e só depois cobre dos seus governantes. E acredite, se você não fizer intensamente pela sua carreira, não queira que alguém faça por você.

“Tudo pode ser mudado, mas nada será mudado até que se comece.” T.S. Elliot

Boa votação e Sucesso Sempre, se você buscar.